quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Beira-Rio em números


Esses números são o resultado de um consenso entre alguns pesquisadores da história do Internacional, estabelecidos através de alguns critérios, excluindo jogos-treinos e a partida anulada do campeonato brasileiro de 2005. Não estão computados também jogos da Seleção Brasileira, da Copa do Mundo de 2014 ou envolvendo outros clubes que não o Internacional.

Números totais (até a partida Internacional 1x0 Fluminense - 08.02.2017):
1.530 partidas
984 vitórias
355 empates
191 derrotas
2.901 gols marcados
1.016 gols sofridos
1.885 gols de saldo

Top 5

Os cinco clubes que mais enfrentaram o Internacional no Beira-Rio:
1º Grêmio - 114 partidas
2º Juventude - 65 partidas
3º Caxias - 45 partidas
4º Flamengo - 43 partidas
5º Novo Hamburgo - 39 partidas

Os cinco clubes gaúcho que mais enfrentaram o Internacional no Beira-Rio:
1º Grêmio - 114 partidas
2º Juventude - 65 partidas
3º Caxias - 45 partidas
4º Novo Hamburgo - 39 partidas
5º Esportivo - 36 partidas

Os cinco clubes de outros estados que mais enfrentaram o Internacional no Beira-Rio:
1º Flamengo - 43 partidas
2º Atlético MG - 38 partidas
3º Palmeiras e Fluminense - 35 partidas
5º Santos, Cruzeiro e São Paulo - 34 partidas

Os cinco clubes do exterior que mais enfrentaram o Internacional no Beira-Rio:
1º Peñarol URU - 7 partidas
2º Nacional URU - 5 partidas
3º Emelec EQU - 4 partidas
4º Cerro Porteño PAR, Estudiantes ARG e Boca Juniors ARG - 3 partidas

Os cinco clubes que o Internacional mais venceu no Beira-Rio
1º Grêmio - 45 vitórias
2º Juventude - 41 vitórias
3º Caxias e Novo Hamburgo - 29 vitórias
5º Brasil de Pelotas - 26 vitórias

Os cinco clubes com os quais o Internacional mais empatou no Beira-Rio
1º Grêmio - 41 empates
2º Corinthians - 17 empates
3º Juventude e Flamengo - 15 empates
5º Fluminense - 12 empates

Os cinco clubes para os quais o Internacional mais perdeu no Beira-Rio
1º Grêmio - 28 derrotas
2º São Paulo - 11 derrotas
3º Juventude e Botafogo - 9 derrotas
5º Cruzeiro e Fluminense - 7 derrotas

Os cinco clubes em que o Internacional mais marcou gols no Beira-Rio
1º Juventude - 131 gols
2º Grêmio - 113 gols
3º Caxias - 85 gols
4º Novo Hamburgo - 84 gols
5º Internacional SM - 74 gols

Os cinco clubes dos quais o Internacional mais sofreu gols no Beira-Rio
1º Grêmio - 93 gols
2º Juventude - 43 gols
3º São Paulo e Atlético MG - 42 gols
5º Caxias - 35 gols

Os cinco melhores saldos de gol do Internacional no Beira-Rio
1º Juventude - 88 gols
2º Novo Hamburgo - 72 gols
3º Internacional SM - 58 gols
4º Esportivo - 57 gols
5º Santa Cruz RS - 56 gols

Os cinco piores saldos de gol do Internacional no Beira-Rio
1º Seleção do Campeonato Brasileiro - -3
2º Seleção da França e Seleção da Hungria - -2
4º São Paulo, Bangu, Shakhtar Donetsk UCR, Itabaiaba, Ferencvaros HUN, Atlético Nacional COL e Hamburgo ALE - -1

Os cinco clube que o Internacional mais enfrentou no Beira-Rio e nunca perdeu
1º Internacional SM - 31 partidas
2º Passo Fundo, São Borja, Gaúcho e Aimoré - 13 partidas

Os cinco clube que o Internacional mais enfrentou no Beira-Rio e nunca empatou
1º Passo Fundo - 13 partidas
2º Veranópolis - 12 partidas
3º Guarany de Bagé e Avaí - 7 partidas
5º 15 de Novembro e Ulbra - 6 partidas

Os cinco clube que o Internacional mais enfrentou no Beira-Rio e nunca venceu
1º Bangu - 4 partidas
2º América COL e Internacional SP - 2 partidas
4º Seleção do Campeonato Brasileiro, Seleção da França, Seleção da Hungria, Shakhtar Donetsk UCR, Itabaiaba, Ferencvaros HUN, Atlético Nacional COL, Hamburgo ALE, Palestino CHI, Rosario Central ARG, São José SP, Seleção da Romênia, Vitória de Setúbal POR, Racing ARG, CSA, Ferroviária SP e Sparta Praga TCH - 1 partida

Os cinco clube que o Internacional mais enfrentou no Beira-Rio e venceu todas as partidas
1º Passo Fundo - 13 partidas
2º Guarany de Bagé - 7 partidas
3º 15 de Novembro e Ulbra - 6 partidas
5º Paysandu e Farroupilha - 5 partidas

domingo, 4 de dezembro de 2016

Charuto


Há exatamente 64 anos, em 4 de dezembro de 1952, falecia Charuto.

O nome desse torcedor colorado ainda é uma incógnita. Se perdeu no tempo e talvez nunca seja descoberto. Mas isso não significa que ele fosse um desconhecido. Pelo contrário, era um dos mais ilustres torcedores colorados, em sua época. Conhecido e admirado por todos. Um "colorado em estado puro", na definição de Luís Fernando Veríssimo.

Charuto vivia dos bicos que fazia nas docas do Cais do Porto, carregando caixas de frutas. Sem dinheiro para frequentar o estádio, sempre encontrava torcedores dispostos a pagar seu ingresso. Se não encontrasse um patrocinador, contava com a boa vontade dos porteiros, que "ignoravam" quando Charuto entrava no estádio de costas, para fingir que estava saindo.

Charuto costumava chegar ao estádio já embriagado, e uma vez lá dentro ainda recebia cervejas pagas por outros torcedores. Normalmente virava-se de costas para o campo e de frente para a torcida, fazia discursos incompreensíveis, gritava "Co-ro-ra-do! Co-ro-ra-do!", sentava na arquibancada e dormia o resto do jogo. Em jogos especiais, como os Gre-Nais, Charuto trazia caixas de chuchus e tomates estragados, para jogar nos adversários.

Mas não se pense que, por jogar frutas em outras pessoas, Charuto fosse uma pessoa agressiva. O Jornal do Dia de 5 de dezembro de 1952 assim o descreve: "De índole galhofeira, perfeitamente inofensivo, seu aparecimento em qualquer círculo de palestra nas ruas  estádios era sempre bem recebida, pelo humorismo apresentado na simplicidade de seu modo tosco de falar."

Dizem que um dia alguns torcedores fizeram uma vaquinha, compraram roupas novas para Charuto e o levaram para a social do estádio. Charuto não teria se sentido à vontade, pediu desculpas e volto para o meio do povo. Voltemos ao Jornal do Dia, que o apresentou como o "mais modesto, e no entanto, mais vigoroso admirador" do Clube do Povo.

Sua morte varia conforme duas versões. Em ambas, Charuto envolveu-se em uma briga, por motivo desconhecido. Em uma das versões, a briga ocorreu no Cais do Porto, Charuto perdeu o equilíbrio, caiu e bateu com a cabeça no meio-fio. m outra versão, a briga ocorreu próximo o Mercado Público, e Charuto foi esfaqueado.

Seu enterro ocorreu no mesmo dia 4. Uma lenda bonita, mas falsa, aparece em vários textos, na internet. Charuto teria tido seu caixão carregado pelos jogadores do Internacional, devidamente fardados. Na verdade a morte, na época e ainda hoje, se reveste de uma sóbria solenidade, e certamente não teríamos jogadores fardados carregando um caixão. Além do mais, no dia 7 ocorreria o Gre-Nal decisivo do campeonato e os jogadores colorados já estavam concentrados. Mas o clube não deixou desamparado seu torcedor. Todas as despesas do funeral foram bancadas pelo clube e a direção colorada compareceu em peso ao velório e funeral.

Charuto representa aquele torcedor de origem humilde, que foi expulso do Beira-Rio nos últimos anos, como se fosse uma chaga. O resultado dessa elitização vemos aí em campo. Charuto, no plano espiritual, deve estar juntando chuchus e tomates podres, mas não para lançar nos adversários, e sim nessa direção arrogante e elitista que levou o "Cororado" a essa situação.

Para encerrar, passo a palavra a Luís Fernando Veríssimo:

"Me lembrei do Charuto, que nunca olhava para o campo, provavelmente nem sabia quem era o adversário do Inter e dificilmente lia jornal ou ouvia rádio para saber dos campeonatos e das campanhas do seu time. Sua paixão pelo Inter independia de qualquer entorno - o Internacional era, para ele, para todos os efeitos, uma abstração. O objeto de um amor perene e incondicional. Ganhasse ou perdesse."

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Força, Chape!

Nada acontece por acaso. Grandes tragédias ocorrem para “sacudir” o entulho de egoísmo e insensibilidade que soterra a humanidade. A dor leva à reflexão e a mudanças no comportamento e no pensar.

O acidente com a avião que levava a delegação da Chapecoense gerou uma onda de solidariedade mundo afora que supera em muito o que alguém poderia imaginar, antes da tragédia. A imprensa mostrou as demonstrações de solidariedade de grande clube e atletas famosos na Europa, mas certamente isso se repetiu em cada rincão do planeta, não importando se clube grande ou pequeno, atleta profissional ou amador. Em quantos campinhos de terra pelo interior do Brasil, nesse final de semana, em torneios de várzea ou simplesmente amistosos, não foi respeitado um minuto de silêncio em homenagem às vítimas da tragédia?

Quem viu as imagens de ontem à noite, na Arena Índio Condá e no Atanásio Girardot, certamente notou a grande onda de emoção e solidariedade. Principalmente em Medellín,onde o estádio lotou e ainda ficaram milhares de torcedores fora, para solidarizarem-se e homenagearem um clube de outro país. A tão sofrida Colômbia viu reunirem-se milhares de pessoas, das mais diferentes etnias, condições sociais, convicções políticas e crenças religiosas, em torno de um sentimento comum, todos reconhecendo-se como iguais, como seres humano solidários com a dor de irmãos desconhecidos, mas igualmente humanos.

E essa união se repetiu no Brasil, na Europa, na Ásia, na África, na Oceania e em cada ponto do planeta onde a notícia chegou. Mesmo que algumas das manifestações de solidariedade possam ter sido apenas protocolares, na sua imensa maioria foram sinceras. E mesmo que muitos desses corações solidários hoje voltem a endurecer-se nos conflitos e rivalidades do dia-a-dia (e eu me incluo entre eles), uma semente de solidariedade e respeito ao próximo ficou plantada e vai brotar, mais cedo ou mais tarde.

Um dia, talvez ainda longe (mas trabalhemos para que fique o mais perto possível), esse sentimento de solidariedade e fraternidade, em que nos reconheçamos como irmãos e como iguais, vai ser natural, sem necessitar de grandes tragédias para aflorar.


Força, Chape!

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

O jogo que ninguém (ou quase ninguém) viu

(Foto: Ricardo Duarte - site oficial do Sport Club Internacional)

Preocupados com a situação do Internacional, reuniram-se no Plano Espiritual várias personalidades, entre eles Frederico Arnaldo Ballvé, Arthur Dallegrave, Carlo Kluwe, Abelard Jacques Noronha e o próprio Henrique Poppe Leão.

Após muito discutirem, ganharam do Plano Astral a autorização de influenciar em uma única partida, a que ocorreria ontem. Imediatamente mobilizou-se uma legião rubra para assistir aos atletas colorados.

O Internacional, em campo, parecia atrapalhado, né? Pois seria muito pior! Oreco consertava as bobagens do Geferson (e foram muitas, bem mais que as que conseguimos ver). Aquele gol que o Ramon Ábila perdeu. Vocês acham que ele errou o gol, mesmo? Que nada! Mílton, o goleiro do Rolinho, deu uma ponte perfeita e espalmou para escanteio. Como o juiz não viu ele, foi só tiro de meta. E o chute do Robinho, por cima? Por cima, nada! Alfeu, repetindo a final de 1944, jogou-se, perna estendida, na frente da bola, desviando-a.

E o gol colorado? Ah, o gol! Quem pensava ver Valdívia, via Tesourinha, no seu típico lance de ir avançando e perto da área mandar uma bomba! A zaga do Cruzeiro parecia atrapalhada, não? Carlitos, o “Sujeira”, ficou o tempo todo passando a mão na bunda dos zagueiros. Lisca mexeu muito bem no time. E não podia ser diferente, Ênio Andrade e Teté estavam ao seu lado, assoprando sugestões.

O time colorado jogou com muita disposição, apesar de um tanto desorganizado. É que no ouvido de todos os jogadores ecoava o brado de Ávila, “Luta, castelhano covarde!” Fernandão teve um papel fundamental, em alguns momentos dando energia extra ao seu camarada Alex, outras vezes exortando seu amigo Rafael Sobis a não se empenhar muito.

Torcedores com mediunidade, presentes ao estádio, juram ter visto Gerson e Escurinho ajudando no ataque e Nena e Scala fechando a defesa. E nos minutos finais, em que a pressão azul ficou maior, Caçapava, Felix Magno, Lampinha, Elton, Salvador, Odorico e Odorico formavam uma verdadeira parede de escudos colorada em frente à área.


E mais de um torcedor reconheceu, em meio à torcida, Vicente Rao e Charuto comandando a festa e incentivando o time. Só assim mesmo, para vencermos. Espero que essa semana essa turma consiga nova autorização para estarem presentes no Rio de Janeiro.

sábado, 20 de agosto de 2016

Clubes que cederam jogadores medalhistas

Clubes que cederam atletas para as seleções brasileiras medalhistas no torneio de futebol masculino das Olimpíadas:

1º Internacional - 19 atletas
2 Ouro - Rodrigo Dourado e William (2016)
16 Prata - Pinga, Milton Cruz, André Luiz, Mauro Galvão, Kita, Silvinho, Gilmar, Ademir, Paulo Santos, Dunga, Luís Carlos Winck (1984), Taffarel, Luís Carlos Winck e Aloísio (1988), Oscar e Leandro Damião (2012)
1 Bronze - Renan (2008)

2º Santos - 7 atletas
3 Ouro - Zeca, Thiago Maia e Gabriel Barbosa (2016)
3 Prata - David (1984), Neymar e Paulo Henrique Ganso (2012)
1 Bronze - Narciso (1996)

3º Flamengo - 6 atletas
4 Prata - Gilmar Popoca (1984), Zé Carlos, Jorginho e Bebeto (1988)
2 Bronze - Zé Maria e Sávio (1996)

4º Vasco da Gama - 5 atletas
1 Ouro - Luan (2016)
4 Prata - Mazinho, Geovani e Romário (1988) e Rômulo (2012)

4º Palmeiras - 5 atletas
1 Ouro - Gabriel Jesus (2016)
4 Bronze - Flávio Conceição, Roberto Carlos, Rivaldo e Luizão (1996)

4º São Paulo - 5 atletas
1 Ouro - Rodrigo Caio (2016)
2 Prata - Lucas Moura e Bruno Uvini (2012)
2 Bronze - Alex Silva e Hernanes (2008)

4º Milan ITA - 5 atletas
3 Prata - Gabriel, Thiago Silva e Alexandre Pato (2012)
2 Bronze - Alexandre Pato e Ronaldinho Gaúcho (2008)

7º Corinthians - 4 atletas
2 Prata - Ronaldo Moraes (1984) e Edmar (1988)
2 Bronze - Zé Elias e Marcelinho Paulista (1996)

7º Atlético MG - 4 atletas
2 Ouro - Uílson e Douglas Santos (2016)
1 Prata - João Batistas (1988)
1 Bronze - Ronaldo Guiaro (1996)

7º Cruzeiro - 4 atletas
2 Prata - Ademir e Careca (1988)
2 Bronze - Dida (1996) e Ramires (2008)

7º Grêmio - 4 atletas
2 Ouro - Luan e Wallace (2016)
1 Prata - Valdo (1988)
1 Bronze - Danrlei (1996)

11º Ponte Preta - 3 atletas
3 Prata - Luís Henrique e Chicão (1984) e André Cruz (1988)

11º Fluminense - 3 atletas
1 Prata - Ricardo Gomes (1988)
2 Bronze - Thiago Silva e Thiago Neves (2008)

11º Porto POR - 3 atletas
3 Prata - Hulk, Danilo e Alex Sandro (2012)

14º Guarani - 2 atletas
2 Prata - João Paulo e Neto (1988)

14º Internazionale ITA - 2 atletas
1 Prata - Juan Jesus (2012)
1 Bronze - Roberto Carlos (1996)

14º Real Madrid ESP - 2 atletas
1 Prata - Marcelo (2012)
1 Bronze - Marcelo (2008)

14º Manchester United ING - 2 atletas
1 Prata - Rafael Silva (2012)
1 Bronze (Anderson (2008)

14º Barcelona ESP - 2 atletas
2 Ouro - Neymar e Rafinha (2016)

19º Aimoré - 1 atleta
1 Prata - Tonho (1984)

19º Coritiba - 1 atleta
1 Prata - Mílton (1988)

19º Roma ITA - 1 atleta
1 Bronze - Aldair (1996)

19º La Coruña ESP - 1 atleta
1 Bronze - Bebeto (1996)

19º Middlesbrough ING - 1 atleta
1 Bronze - Juninho Paulista (1996)

19º PSV Eindhoven HOL - 1 atleta
1 Bronze - Ronaldo (1996)

19º Almeria ESP - 1 atleta
1 Bronze - Diego Alves (2008)

19º Schalke 04 ALE - 1 atleta
1 Bronze - Rafinha (2008)

19º Liverpool ING - 1 atleta
1 Bronze - Lucas (2008)

19º Shakhtar Donetsk UCR - 1 atleta
1 Bronze - Ilsinho (2008)

19º Bayern Munique ALE - 1 atleta
1 Bronze - Breno (2008)

19º Werder Bremen ALE - 1 atleta
1 Bronze - Diego (2008)

19º Betis ESP - 1 atleta
1 Bronze - Rafael Sobis (2008)

19º Manchester City ING - 1 atleta
1 Bronze (2008)

19º Tottenham ING - 1 atleta
1 Prata - Sandro (2012)

19º Fiorentina ITA - 1 atleta
1 Prata - Neto (2012)

19º PSG FRA - 1 atleta
1 Ouro - Marquinhos (2016)

19º Lazio ITA - 1 atleta
1 Ouro - Felipe Anderson (2016)

19º Beijing Ghouan CHN - 1 atleta
1 Ouro - Renato Augusto (2016)

19º Atlético PR - 1 atleta
1 Ouro - Weverton (2016)

sábado, 11 de junho de 2016

Quem marcará o milésimo?

Já tivemos a contagem regressiva para o milésimo gol de Pelé, o contestado milésimo gol de Romário, o contestadíssimo milésimo gol de Túlio Maravilha.

Agora, mais uma contagem regressiva, para o milésimo gol colorado no Beira-Rio, em campeonatos brasileiros.

Desde o 1º gol, marcado por Benê, em 21/08/1971, até o gol de Ernando, hoje, as redes adversárias balançaram 999 vezes, no Beira-Rio.

Os gols "redondos":

001º 21/08/1971 2x1 Palmeiras - Benê
100º 26/10/1975 1x1 Corinthians - Escurinho
200º 07/10/1979 1x0 Grêmio - Jair
300º 03/02/1985 2x0 Botafogo - Ruben Paz
400º 06/02/1991 2x1 Vitória - Cuca
500º 21/09/1997 3x1 Goiás - Christian
600º 14/09/2002 2x4 Figueirense - Márcio Hann
700º 11/09/2005 3x0 Figueirense - Fernandão
800º 09/11/2008 4x0 Ipatinga - Andrezinho
900º 16/10/2011 4x2 Avaí - Nei

Aylon marcou os gols 997 e 998. Ernando fez o gol 999. Quem fará o gol mil?




sexta-feira, 3 de junho de 2016

Colorado na Copa América

A Copa América completa cem anos em 2016 e vai ter uma edição especial, disputada nos Estados Unidos. O Internacional estará representado na seleção venezuela, com Seijas, recém contratado pelo clube. Mas na centenária história da Copa América o Colorado tem muitas outras participações.

A ligação do clube com o torneio continental começou em 1945, com a convocação do ponteiro-direito Tesourinha para jogar o Campeonato Sul-Americano que seria disputado no Chile. O Brasil foi vice-campeão e Tesourinha jogou seis partidas, marcando um gol.
21.01.1945 3x0 Colômbia
28.01.1945 2x0 Bolívia (1)
07.02.1945 3x0 Uruguai
15.02.1945 1x3 Argentina
21.02.1945 9x2 Equador
28.02.1945 1x0 Chile

Tesourinha voltou a ser convocado para o Campeonato Sul-Americano de 1946, disputado na Argentina. Novamente o Brasil foi vice e o craque colorado jogou cinco partidas, sem marcar gols.
16.01.1946 3x0 Bolívia
23.01.1946 4x3 Uruguai
29.01.1946 1x1 Paraguai
02.02.1946 5x1 Chile
10.02.1946 0x2 Argentina

O craque colorado voltou a ser convocado para o Campeonato Sul-Americano de 1949, disputado no Brasil. Nesse torneio Tesourinha tornou-se o primeiro colorado campeão sul-americano, disputando seis partidas e marcando sete gols.
03.04.1949 9x1 Equador (2)
17.04.1949 5x0 Colômbia (1)
24.04.1949 7x1 Peru
30.04.1949 5x1 Uruguai (1)
08.05.1949 1x2 Paraguai (1)
11.05.1949 7x0 Paraguai (2)

Depois de um bom tempo sem ter atletas convocados, o Internacional voltaria a ter representantes no torneio continental em 1963. Para o Campeonato Sul-Americano disputado na Bolívia, o Colorado cedeu o zagueiro Cláudio Danni e o centroavante Flávio. O Brasil ficou em 4º lugar. Cláudio Danni jogou duas partidas. Flávio jogou seis partidas, marcando cinco gols.
Cláudio Danni
27.03.1963 2x2 Equador
31.03.1963 4x5 Bolívia
Flávio
10.03.1963 1x0 Peru (1)
14.03.1963 5x1 Colômbia (2)
17.03.1963 0x2 Paraguai
24.03.1963 0x3 Argentina
27.03.1963 2x2 Equador
31.03.1963 4x5 Bolívia (2)

O Colorado voltaria a ter jogadores convocados na Copa América de 1979, que não teve sede fixa. As partidas eram disputadas em turno e returno, uma em cada país envolvido. O Internacional, que seria campeão brasileiro invicto naquele ano, cedeu para a Seleção Brasileira três jogadores: Falcão (três partidas, um gol), Jair (uma partida) e Batista (quatro partidas). O Brasil ficou em 3º lugar na competição.
Jair
24.10.1979 1x2 Paraguai
Falcão
23.08.1979 2x2 Argentina
24.10.1979 1x2 Paraguai
31.10.1979 2x2 Paraguai (1)
Batista
26.07.1979 1x2 Bolívia
02.08.1979 2x1 Argentina
16.08.1979 2x0 Bolívia
23.08.1979 2x2 Argentina

Dez anos depois, novamente o Internacional tinha um jogador convocado, e seu segundo campeão sul-americano. Taffarel foi convocado para a Copa América de 1989, disputada aqui no Brasil. Em sete partidas Taffarel sofreu um único gol.
01.07.1989 3x1 Venezuela
03.07.1989 0x0 Peru
07.07.1989 0x0 Colômbia
09.07.1989 2x0 Paraguai
12.07.1989 2x0 Argentina
14.07.1989 3x0 Paraguai
16.07.1989 1x0 Uruguai

Em 1991, na Copa América disputada no Chile, tivemos Márcio Santos convocado. O Brasil ficou em 2º lugar e o zagueiro colorado disputou quatro partidas, marcando um gol.
15.07.1991 3x1 Equador (1)
17.07.1991 2x3 Argentina
19.07.1991 2x0 Colômbia
21.07.1991 2x0 Chile

Em 1997, na Copa América disputada na Bolívia, novamente o Colorado se fez presente, mas representado por Gamarra, na seleção paraguaia. O Paraguai ficou em 7º lugar e Gamarra jogou quatro partidas.
11.06.1997 1x0 Chile
14.06.1997 0x2 Equador
17.06.1997 1x1 Argentina
22.06.1997 0x2 Brasil

Na Copa América de 1999, disputada no Paraguai, o Internacional teve dois representantes, por duas seleções distintas. Christian foi campeão pela seleção brasileira, jogando duas partidas. Enciso ficou em 6º lugar com a seleção paraguaia, jogando quatro partidas.
Christian
06.07.1999 1x0 Chile
11.07.1999 2x1 Argentina
Enciso
29.06.1999 0x0 Bolívia
02.07.1999 4x0 Japão
05.07.1999 1x0 Peru
10.07.1999 1x1 Uruguai

Enciso foi o representante colorado na Copa América de 2001, disputada na Colômbia. A seleção paraguaia ficou em 10º lugar e Enciso disputou três partidas.
12.07.2001 3x3 Peru
15.07.2001 0x0 México
18.07.2001 1x3 Brasil

O Colorado voltou a mostrar seu lado “internacional” na Copa América de 2007, disputada na Venezuela, quando foi representado por Vargas, na seleção colombiana. A Colômbia ficou em 9º lugar e Vargas jogou duas partidas.
28.06.2007 0x5 Paraguai
02.07.2007 2x4 Argentina

Em 2015 o Internacional voltou a ter um jogador campeão da Copa América. Mas o 4º colorado campeão não era brasileiro. Aránguiz, defendendo a seleção chilena, foi campeão da Copa América de 2015, disputada no Chile. Ele jogou seis partidas, marcando dois gols. Na decisão por pênaltis, contra a Argentina, converteu uma das cobranças. Geferson também participou do torneio, pela seleção brasileira, mas não disputou uma única partida.
11.06.2015 2x0 Equador
15.06.2015 3x3 México
19.06.2015 5x0 Bolívia (2)
24.06.2015 1x0 Uruguai
29.06.2015 2x1 Peru

04.07.2015 0x0 Argentina